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Viagem Cinema Decoração Gastronomia Moda

Cool for the summer

Se existe uma época do ano que faz bem é o verão. É um calor imenso, mas a vibração em torno de festas, piscina, viagens, férias, amigos, praia, sol e mar é sem tamanho… Ou seja, floresce o que há de melhor na vida. Todo o momento colabora para momentos únicos. Então, resolvi trazer o que acredito ser fundamental para esse momento ser mais que especial:

  • Roupas leves

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O verão é basicamente: conforto, praticidade, leveza e simplicidade. Sem regras, apenas adaptação ao clima. O importante é se sentir BEM!

  •   Cabelos protegidos

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Como no verão passamos muito calor e muitas vezes vamos a praia ou a lugares quentes e com pouca umidade, uma dica essencial que sempre deve está acompanhada de quem possui cabelos compridos, como é o meu caso, é o bom e velho coque. Hoje em dia já existem inúmeros estilos de coques, tanto pra dia, quanto pra noite. E para diferentes cabelos, climas e épocas. Além dos coques, as tranças também são uma boa estratégia para fugir do incomodo do calor + suor e poder aproveitar a praia ou o dia em casa sem se preocupar com ele. Tem de várias formas, com acessórios ou flores. As dicas estão no link!

  • Pele protegida

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Mas, mais que a estética, o importante ainda é hidratar o cabelo nesse período tão danoso aos nossos fios. E um dos presentes que a natureza nos deu foi o óleo de coco. Além das vitaminas, é importante no fortalecimento e restauração. E fundamental para a proteção não só do cabelo, mas também da pele. Nesse link há o tutorial completo e todas as informações necessárias sobre o uso e benefícios do m a r a v i l h o s o  óleo de coco. Não tem nada melhor na vida e no verão.

Já que também estamos falando de pele, não podemos esquecer que protegê-la contra os raios de sol, não é? A gente sabe que no verão todo mundo gosta de pegar um solzinho. Mas tudo com cuidado.

  • Hidratação:

Água de coco

Já deu pra perceber que cocô é um presente divino na vida de qualquer pessoa, não é? No verão mais ainda… E se tem uma coisa que eu amo e não dispenso nunca é água de coco. Além de fazer super bem, é mega refrescante. E principalmente: hidratante. Amor eterno a essa obra da natureza! <3

Picolé de melancia

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Uma outra forma de se hidratar e se divertir é fazendo o bom picolé de melancia. Tem tudo a ver com verão e é hiper prático de se fazer. Além de ser fofo e criativo. Nesse link tem todo o processo.

Sorvete vegano

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De falta de hidratação ninguém aqui ficará, não é mesmo? Essa dica de sorvete vegano é de um blog inglês, mas que facilmente pode ser traduzido. O sorvete é inteiro sem lactose e produtos de origem animal. A textura e aparência são as mesmas e o gosto é de chocolate. Pra quê melhor? Além de fazer bem pra você, faz bem pra natureza!

  • Comemorar com os amigos

Pool party

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Pool party ou ”festa na piscina” é uma ótima forma de comemorar a vida. Só é preciso uma piscina, claro… Convidados, boias divertidas e comida. Escolhi um link que explica perfeitamente como acontece. Só não precisa de tudo isso ok? Criatividade, sol e amigos já é o suficiente.

Piquenique

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Outra forma maravilhosa de aproveitar as férias, o sol e os amigos é chamar todo mundo pra fazer um piquenique. O necessário é bastante comida gostosinha e saudável, mais uma boa companhia, um sol e uma sombra na medida, toalhas e mais… É algo absolutamente simples e bom. O link transmite um pouquinho de como é.

  •  Decorar com leveza

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Essa época tem uma vibe muito leve e pede um ambiente assim também. Se caso você é assim como eu e sempre gosta de mudanças. Uma boa sacada é renovar ou ampliar a energia do seu ambiente. E nada no mundo é melhor para isso que: plantas. De todas as formas ou tipos, a escolha é sua. A decoração é de acordo com seu gosto, o importante é sentir um pouquinho da natureza do seu lado e se contaminar com essa boa companhia. Mas, como tudo no verão, elas também necessitam de cuidado e hidratação. O link escolhido é de decoração de vasos, simples e lindos. :)

  • Filmes

Muita calma nessa hora

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Quando eu lembro de bons filmes de verão, eu lembro desse. Todo começo de ano assisto porque acredito combinar muito com as férias, a estação e a vibe do momento. Além de ser super divertido, jovem e good vibes, também é super cool for the summer. Dá vontade de ser amiga deles e viajar junto! Se você vai ficar em casa mesmo e não quer muita aventura por aí, recomendo esse filminho-brasileiro-amor.

  • Séries:

Nalu pelo mundo

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Assim como o filme, todas as férias eu assisto as mesmas coisas. E uma das que não podem faltar é Nalu pelo Mundo. Essa série que passa no multishow é basicamente sobre a vida aventureira dessa família linda. Eu realmente invejo eles e tenho como inspiração. <3 É uma ótima dica pra se motivar a sair de casa e aproveitar o dia [link].

  • Livros

Into the wild (na natureza selvagem)

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Um dos livros mais instigantes a qualquer mochileiro. É uma obra que fala sobre uma forma de viver a vida: livre. Recomendo aos aventureiros de plantão!

”Depois de terminar a faculdade com brilhantismo, Chris McCandless, jovem americano saudável e de família rica, doa todo o dinheiro que tem, abandona o carro e a maioria de seus pertences, adota outro nome e some na estrada, sem nunca mais dar notícias aos pais. Dois anos depois, aparece morto num lugar ermo e gelado do Alasca. Por onde andou, o que buscava, por que morreu? Quem era realmente Chris McCandless? Para responder a essas perguntas, Krakauer refaz a longa saga do aventureiro até seu triste desenlace.”

  •  Música

Por que tudo necessita de uma música, não é?

:) Espero ter ajudado e inspirado um pouco esse pré-verão de vocês. Que daqui uns dias todos possam ser felizes tomando um bom picolé de melancia e se protegendo bastante do sol. :)

Damilly Mourão

Olá, meu nome é Dami(lly), tenho 22 anos e estudo psicologia. Tenho como inspiração o contato com a natureza, com os animais e as pessoas que me cercam. Fotografia é minha maior paixão e busco através do cinema, da música e da literatura minha fonte de arte e criação.

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Viagem

Guia da Mochileira Solitária

Nas (ainda poucas) viagens que fiz na vida, em especial no exterior, eu passei por algumas situações que acabaram estragando alguns momentos específicos – mas, como qualquer coisa negativa nessa brincadeira chamada vida, me fizeram aprender. As milhares de pesquisas feitas antes de cada viagem também me ajudaram a conhecer sites que teriam me rendido um dinheirinho a mais, caso eu soubesse da existência deles. Por isso decidi fazer esse mini-guia, com dicas que aprendi pelo maravilhoso mundo da internet (e com a vida real, que também é uma ótima professora).

1- Pesquise muito. Se você está planejando viajar, você provavelmente já está fazendo isso, então vai parecer uma dica meio idiota. Mas se você está indo pra um lugar que você não conhece (e especialmente pra lugares em que você não fala a língua local) é muito importante você ter o máximo de informações possíveis. Leia blogs, eles tem opiniões sinceras e de “gente de verdade” que estavam lá e não estão sendo pagas por uma empresa (na maioria das vezes) pra elogiar lugares e serviços. Elas vão contar as dificuldades que tiveram, dicas específicas pra aqueles lugares e provavelmente vão te dizer como chegar do aeroporto até o centro da cidade da maneira mais barata (é a parte que mais me interessa!).

2- Onde pesquisar voos? Você já decidiu onde vai e já pesquisou horrores – pesquisou tanto que já é quase como se você fosse um habitante do lugar. É hora de comprar voos. Uma das dicas mais importantes que já recebi foi sobre a antecedência da compra do voo. Até 6 meses é o ideal (diferente do que costumamos pensar, que quanto mais adiantado melhor). Comprando antes disso, você está reservando um voo que sequer existe e que pode facilmente ser cancelado. Com 6 meses você ainda consegue passagens baratas, em um voo já confirmado e ainda pode dividir o preço com tempo pra pagar antes de viajar. Costumo usar o google flights nessas pesquisas, já que ele faz a pesquisa de preço com taxas incluídas. Se você ainda não decidiu pra onde vai, o skyscanner é uma boa opção. Ele tem a ferramenta “Flexível”, em que você coloca a cidade de onde quer sair, as datas de ida e volta (que também podem ser flexíveis) e aparecem todos os voos mais baratos naquele período – no Brasil e no mundo. 

3- Guarde suas pesquisas – E IMPRIMA! Essa não é a dica mais pró meio ambiente, mas isso é muito importante. Todas as suas pesquisas devem ser guardadas (mapas de metrô, como chegar nos lugares que você quer visitar, papéis de imigração) mas também é importante que você imprima os papéis mais importantes porque o seu celular e o seu notebook não são tão confiáveis assim (e isso seria um problemão em uma entrevista de imigração, por exemplo). Eu indico imprimir o guia pra sair do aeroporto e chegar até o seu hotel, mapa de metrô, passagens aéreas e reservas de hotéis/albergues.

4- Save money, fique em um albergue! Essa vai ser uma dica desnecessária pra quem tá viajando com pouco dinheiro porque é a mais inicial de todas, mas se hospedar em albergue é uma experiência por si só. Você tem a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, com histórias que você nem acreditaria, além de conseguir dicas de locais e até um desconto naquela atração que você queria muito ver. Tudo bem que nem todo mundo curte a ideia de compartilhar um quarto, mas a maioria dos albergues tem quarto individual, por exemplo. A atmosfera de albergues vão tornar sua viagem muito diferente. Onde escolher? Eu sempre uso o booking. Uma das primeiras coisas que faço é dar uma olhada geral nos mais baratos (claro). Depois disso, olho a pontuação (eu costumo escolher acima de 7, mas leio os comentários pra saber o porque de avaliações ruins já que nem sempre são coisas que me incomodam). Também dou preferência pros que incluem café da manhã. Eu já fiquei em albergues muito ruins e outros tão bons que pareciam hotéis, mas mesmo nos que não eram tão bons assim a experiência foi ótima. É também a melhor opção pra quem quer viajar sozinho. 

5- Cuidado com horários de voos! Nunca escolha um voo que saia antes das 9 em uma cidade que você não conhece, nem voos que cheguem depois das 21 hrs em lugares que você não conhece. A razão é simples e já está escrita: você não conhece a cidade! Entre esses horários vão ter pessoas pra te ajudar a chegar onde você precisa chegar, mas depois das 21hrs boa parte dos aeroportos ficam consideravelmente mais vazios e antes disso você pode perder o metrô, ou errar o embarque ou simplesmente não acordar na hora certa.  

6- Workaway. A dica é só essa mesmo. Essa ferramenta foi uma das coisas mais incríveis já inventadas para quem quer viajar. O site reúne pessoas do mundo todo – aquelas que estão dispostas a te oferecer casa e comida, e aquelas procurando. Como você paga isso? Com tempo! A ideia é você ajudar o seu host com alguma atividade (alimentando animais, ajudando a pintar um portão, ensinando inglês pros filhos deles, cuidando de um albergue) e em retorno ele te deixa ficar lá. Em geral, você trabalha 5 horas por dia 5 vezes na semana, e você que decide por quanto tempo ficar lá. O site cobra uma taxa de 39 dólares (acesso por um ano) pra se inscrever nas vagas, mas você consegue ver todas as vagas disponíveis sem precisar se inscrever. Alguns hosts aceitam mais de uma pessoa ao mesmo tempo, outros estão inscritos no programa para voluntários “de última hora”. Isso pode tornar a sua experiência mais barata e mais completa. 

7- Não queira conhecer o mundo inteiro em uma viagem só. Em especial quando compramos passagens pra Europa, achamos que é nosso dever conhecer o máximo de lugares no mínimo de tempo. Essa é uma prerrogativa interessante e que funciona com algumas pessoas. Comigo não funcionou. Se você tem 7 dias na Europa, é melhor conhecer dois países com calma do que tentar conhecer 3 ou 4 nos chamados bate-volta. Quando fui pra Amsterdã em 2015, decidi conhecer Berlim, ir de novo pra Londres e Amsterdã. Fiquei um dia em Berlim, dois em Londres e um em Amsterdã e não foi a melhor ideia que já tive. Quando cheguei em Amsterdã estava tão cansada que não tinha mais tanto ânimo pra apreciar as coisas legais da cidade (e na verdade não tinha ânimo algum depois de 5 da tarde). O ponto é: viagens são sim cansativas, você vai andar bastante, isso sem contar os desgastes envolvendo aeroportos. Se puder separar metade de um dia em cada chegada em uma cidade, já vai adiantar bastante coisa. 

8- Se possível evite aviões. Em distâncias gigantes isso é obviamente impossível. Na Europa, nem tanto. O tempo que você perde em aeroportos seria muito bem utilizado. A malha terrestre da Europa é muito bem construída e conectada e tem trens saindo de quase todos os lugares pra quase todos os lugares. Em algumas situações não vai valer a pena (principalmente em viagens curtas), mas se possível, vá de trem ou ônibus. Eles costumam ser mais baratos e tem vistas mais bonitas. 

9- Viajar sozinha não é a coisa mais perigosa que pode te acontecer. Eu me lembro de quando viajei sozinha as pessoas ficarem aterrorizadas. O mundo não é seguro, isso todos nós sabemos. E eu particularmente sempre morei em lugares inseguros, então sempre estive acostumada com a rotina de ter muito cuidado e atenção. Pra mim, em viagens em que estou sozinha meu modus operandi é o de sempre. Você precisa ter cuidado, como teria em qualquer lugar, mas não precisa ficar completamente neurótica de maneira que vá estragar sua experiência inteira. Fique em um quarto só de mulheres em albergues, por exemplo. Só isso já vai te deixar mais relaxada – e você provavelmente vai conhecer outra pessoa que se sente assim.

10- Aproveite!! Você trabalhou, se esforçou, passou um bom tempo planejando tudo. Aproveite. Não fique pensando em problemas, ou em como a viagem já está acabando. Só viva cada momento. Toda viagem é uma oportunidade de se conhecer, de conhecer outras pessoas e de crescer enquanto pessoa (sim, até aquela viagem anual pra cidadezinha de interior pra casa da sua família). Aprendendo isso, você consegue aproveitar todas as coisas maravilhosas que uma viagem tem à oferecer! 

Débora Luna

20 anos, meio internacionalista meio amante do mundo. Obcecada por pandas. Tenho um milhão de textos inacabados, e acho mesmo que posso mudar o mundo. Vem comigo?

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Viagem Textos

Vamos pra Piri?

Se você mora em Brasília ou nos arredores, é muito provável que você tenha passado boa parte das suas férias e feriados em Pirenópolis, ou como o brasiliense carinhosamente apelidou Piri.

Eu nunca tive muita curiosidade – pagar caro não era o meu forte. Mas o que a gente não faz por amigos? Pela primeira vez, em 20 anos, decidi ir pra cidadezinha que fica à 150 km de Brasília. Dei uma chance e ela me encantou, estamos apaixonadas.

Pirenópolis não é uma cidade barata. Pra entrar em todas as cachoeiras você precisa pagar (já que, em tese, elas ficam dentro de propriedades privadas), a comida não é barata, a hospedagem não é barata. No fim, vale a pena. A cidade em si é só mais uma dessas cidadezinhas históricas que temos de milhões Brasil a fora, mas depois de conhecer as cachoeiras fica fácil entender porque ela virou a favorita entre os brasilienses.

Infelizmente só fiquei por um fim de semana, não conheci muito. Chegamos no sábado no horário do almoço e tomamos a decisão (errada) de ir andando até o que é considerada a cachoeira mais próxima da cidade – Cachoeira da Usina Velha. Não façam isso em casa, crianças. Imaginem: alguns km a pé, em uma BR, no sol de meio dia do cerrado em pleno inverno – onde praticamente não existe água no ar. Não foi a ideia mais esperta. Algumas horas depois, estávamos na linda (e gelada) cachoeira.

No outro dia fomos para as 7 cachoeiras na Fazenda do Bonsucesso. A sensação é que estávamos num set de filmagem. As trilhas são relativamente fáceis, e as últimas três cachoeiras são as mais bonitas e as mais profundas.

Com água verde e cristalina, os poços são gelados – o que contrasta com o tempo quente.

Pra quem gosta de renovar as energias perto da natureza, esse é um dos lugares mais lindos pra se conectar com o mundo novamente.

Débora Luna

20 anos, meio internacionalista meio amante do mundo. Obcecada por pandas. Tenho um milhão de textos inacabados, e acho mesmo que posso mudar o mundo. Vem comigo?

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Top 5- Londres

Num post anterior, eu já tinha falado sobre como Londres se tornou um dos meus lugares favoritos no mundo.

Aqui fiz um top cinco lugares nessa cidade cheia de energia, cultura e diversidade.

  • Tower of London

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Em minha opinião, nenhum lugar em Londres é mais legal que a Tower of London. Sendo uma imersão histórica, a fortaleza real possui um conjunto de torres formando o antigo palácio real. O complexo de torres é protegido por muralhas e por um fosso. Cada uma das torres tem uma historia, como a Torre Branca, com os aposentos reais, a Torre das Jóias reais e a capela real de São Pedro ad  Vincula (que supostamente é assombrada pelo fantasma de Ana Bolena, que foi decapitada e enterrada lá!). A Tower of London possui histórias incríveis, contadas por guias turísticos que saem em grupo a cada meia hora. Também existem tour noturnos. Esse lugar é ideal pra quem curte história, ou só pra quem gosta de histórias da corte e lindas construções.

  • Southbank Centre Food Market

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Todo fim de semana, aos pés da escadaria do Royal festival Hall e com vista pro rio Tamisa e pra London Eye, dezenas de barraquinhas de comida do mundo todo são montadas durante o dia. Esse é um dos melhores lugares pra se ter ideia da diversidade que Londres guarda e de toda a tolerância que se existe. É um lugar bastante frequentado por londrinos e perfeito para um dia de sol. Lá é vendida uma variedade de comidas típicas de diversos países (Tailândia, China, Marrocos..), em geral por nacionais que se mudaram para o Reino Unido. Eles são simpáticos, dispostos a explicar os ingredientes e a dividir um pouco da experiência de vida deles. Não é um destino que em geral entra nos roteiros turísticos, mas é maravilhoso pra quem deseja fazer uma imersão cultural.

  • St. Paul’s Cathedral

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A casa do Bispo de Londres é um lugar mágico. Nos domingos de manhã os sinos tocam, indicando o horário, ressoando por todo o distrito de City of London que fica praticamente vazio, tornando essa uma experiência extremamente espiritual. A Catedral foi palco para o casamento de Lady Di e príncipe Charles e é linda. Possui ainda cerca de 200 memoriais e tumbas (eu sempre achei meio esquisita essa tradição de tumbas dentro de igrejas, mas vai entender, né?). A Catedral já passou por incêndios, assaltos e até ameaças de bomba. Devido À sua beleza, história e magnitude é um dos lugares mais visitados em Londres.

  • Victoria and Albert Museum

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Entrei nesse museu por curiosidade e sequer estava no meu roteiro turístico. Era de graça, então porque não? Acabei me surpreendendo bastante. Eu não costumo ter muita paciência pra museu, especialmente os de pinturas, mas esse tem um estilo bem diferente: têm fotografias, esculturas, gravuras, acessórios de moda, roupas e até joias. É o maior museu de artes decorativas e design do mundo!

  • The Queen’s Walk

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Ok, esse não é exatamente um lugar. Na verdade, é a “orla” do rio Tamisa, que vai da Westminster Bridge à Mileniun Bridge e é uma das maneiras mais bonitas de ver a maior parte das atrações da cidade. No mesmo caminho é possível ver o Big Ben, a London Eye, o Shakeaspeare Globe, a Tower Bridge e leva até a St. Paul’s Cathedral. Cheio de vida, bazares de livros, música e pessoas, é perfeito pra quem gosta de andar pra conhecer uma cidade.

Débora Luna

20 anos, meio internacionalista meio amante do mundo. Obcecada por pandas. Tenho um milhão de textos inacabados, e acho mesmo que posso mudar o mundo. Vem comigo?